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Cuidados com cães e gatos no inverno: dicas para proteger seu pet do frio.

Cuidados com cães e gatos no inverno
Cuidados com cães e gatos no inverno

Mesmo que os pets tenham o corpinho coberto por pelos, a queda das temperaturas pode, sim, ser um grande incômodo para eles. Por isso, é importante tomarmos alguns cuidados com cães e gatos no inverno para protegê-los do frio.

Animais de pelagem curta, filhotes e idosos são os que mais sofrem durante esses períodos gelados, por causa da queda da imunidade.

Mas não se preocupe! Neste artigo, você encontra dicas de cuidados com cães e gatos no inverno que te ajudarão a manter seu melhor amigo aquecido e protegido.

Vacine seu pet contra a gripe

Esse é um dos mais importantes cuidados com cães e gatos no inverno.

Alguns tutores desconhecem esta informação, mas falamos em outro artigo que, assim como humanos, cães e gatos também ficam gripados.

Além da queda da imunidade, o clima também favorece um aumento na circulação e desenvolvimento dos vírus no organismo dos pets.

No caso dos cães, tutores devem ficar atentos aos sintomas da Traqueobronquite Infecciosa Canina, também conhecida como gripe canina ou tosse dos canis.

E no caso dos gatos, temos a Rinotraqueíte Viral Felina e o Complexo Respiratório Felino.

Essas doenças são altamente contagiosas, por isso consideramos que a vacinação é um dos mais importantes cuidados com cães e gatos no inverno.

Cuidados na hora do banho

O banho não poderia ficar de fora da lista de cuidados com cães e gatos no inverno.

Muitos tutores deixam cães e gatos sem banho por longos períodos no inverno, por acreditarem que banho no frio faz mal ao pet.

Saiba que banho no frio não faz mal, mas a falta de banho, sim!

O banho é um cuidado essencial para manter a higiene e bem-estar do pet. No frio, a frequência pode ser reduzida, mas nunca reduzida a zero.

Não existe uma frequência ideal, uma vez que isso só pode ser determinado por um médico-veterinário com base em características específicas do animal.

A única questão com o banho no inverno são os cuidados que devemos tomar:

  • A temperatura da água deve ser morna;
  • O banho deve ser dado em um ambiente sem correntes de ar;
  • Após o banho, o excesso de água deve ser retirado com uma toalha;
  • O jato de ar do secador não pode ser quente demais;
  • Mantenha o secador a uma distância segura da pele do pet;
  • Certifique-se que a pelagem está completamente seca.

Levar seu cão ou gato a um centro de estética especializado, como, por exemplo, o Centro de Bem-estar da Petland, também é uma ótima opção.

O melhor é que você pode agendar o banho seu pet pelo app Petland, disponível no Google Play e App Store.

Evite tosas muito baixas

Retirar o isolante térmico natural do animal vai contra os cuidados com cães e gatos no inverno.

A pelagem é a proteção natural do animal contra o frio, por isso tosas muito baixas podem gerar desconforto ao seu pet, contudo, se a tosa realmente for necessária, apare somente as pontas dos pelos.

Agasalhe bem o seu pet

Roupas quentinhas entram na lista de compras e de cuidados com cães e gatos no inverno.

Manter cães e gatos bem agasalhados é uma ótima maneira de protegê-los do frio, pois além de deixá-los muito fofos, as roupinhas ajudam a mantê-los aquecidos no inverno.

A escolha da roupa adequada pede atenção a alguns detalhes, por exemplo:

  • Escolha roupinhas de tamanho adequado para que não interfiram na movimentação do animal;
  • Dê preferência às roupas de algodão ou soft;
  • Mantenha a roupa sempre limpa a fim de evitar a proliferação de microrganismos;
  • Nunca coloque roupinhas se a pelagem do animal estiver úmida ou molhada.

Deixe o local de dormir mais aconchegante

Esse é um dos mais úteis e importantes cuidados com cães e gatos no inverno.

cachorro com frio

As roupinhas podem não ser o suficiente para manter o animal aquecido durante a noite, sobretudo nas regiões onde o clima frio é mais intenso.

Por isso, o local de dormir dos pets deve ser reforçado com:

Se possível, escolha uma caminha com revestimento na parte de baixo para que o animal fique protegido do frio e umidade.

Caso seu pet durma em áreas externas da casa, posicione a casinha no lado oposto às correntes de ar.

Estimule seu pet praticar exercícios

No frio, cães e gatos tendem a dormir mais e precisam de estímulos para manter a forma.

Assim como os humanos, animais costumam ficar mais “preguiçosos” no inverno, mas a prática de exercícios é essencial para manutenção do peso e saúde.

Uma boa opção, além dos passeios, é brincar bastante com seu pet.

Os exercícios também servirão para aquecer o corpo do pet por meio da movimentação.

Escolha horários mais ensolarados para os passeios

Passear em horários muito frios pode ser muito desconfortável para o pet.

No verão, devemos evitar horários em que o sol está muito forte para os passeios. No entanto, nos dias frios, fazemos o inverso.

Já que os passeios são um item importante da lista de cuidados com cães e gatos no inverno, escolha horários de temperatura mais amena e com maior exposição do sol.

Além do frio, o vento gelado oferece riscos à saúde dos cães e como resultado, o animal pode apresentar casos otites ou hipotermia.

Visite um médico-veterinário regularmente

Esse é um cuidado que devemos ter com nossos pets o ano inteiro.

Clínica veterinária Dra. Mei

As visitas ao veterinário devem ocorrer periodicamente para que haja uma garantia de que tudo vai bem com a saúde de seu animal de estimação.

Existem doenças e outros problemas de saúde que têm maior ocorrência no inverno e exigem atenção dos tutores, como por exemplo:

Conte com os médicos-veterinários das clínicas Dra. Mei para cuidar de seu pet em qualquer época do ano!

Encontre a unidade mais próxima e agende uma consulta.

Como você pôde perceber, os cuidados com cães e gatos no inverno são simples, mas essenciais para garantir a saúde e bem-estar dos peludinhos.

Em nosso blog, você encontra uma série de artigos relacionados, por exemplo:

Aproveite para ler e manter-se informado sobre seu animalzinho.

Até a próxima!

Insuficiência renal em cães e gatos: saiba como identificar e prevenir a doença.

Insuficiência renal em cães e gatos

Neste mês de maio, acontece a campanha “Maio Amarelo” de conscientização e prevenção à insuficiência renal em cães e gatos.

A insuficiência renal é uma doença grave que atinge cães e gatos de todas as idades.

Essa doença pode surgir nas formas aguda ou crônica e é caracterizada pela perda de função dos rins.

Os órgãos perdem a capacidade de filtrar, dessa forma o sangue poluído retorna ao corpo e pode causar diversas complicações, como:

  • Acúmulo de líquido
  • Aumento da pressão sanguínea
  • Em casos mais graves, pode evoluir para doenças ósseas e sanguíneas.

Continue lendo para saber como identificar e prevenir que a doença comprometa a saúde renal do seu pet.

Insuficiência Renal Crônica (IRC)

A insuficiência renal em cães e gatos, na sua forma crônica, não tem cura.

A insuficiência renal crônica em cães e gatos pode surgir em qualquer idade, no entanto, estima-se que 80% dos animais idosos podem vir a desenvolver doenças renais devido ao processo natural de envelhecimento.

Estudos indicam que a insuficiência renal, na forma crônica, atinge um em cada dez cães e três em cada dez gatos. Por isso, é preciso ficar alerta!

Além da idade, podemos citar outros fatores de risco para desenvolvimento da doença:

  • Insuficiência Renal Aguda (IRA);
  • Fatores genéticos (raças predispostas);
  • Comorbidades como obesidade, doenças cardíacas, doenças periodontais, diabetes, etc.;
  • Alimentação inadequada;
  • Ingestão de alimentos que afetam a saúde dos rins (uva, chocolate, alho, cebola, etc.).

É importante que o tutor tenha conhecimento dos fatores de risco, uma vez que essa informação pode ajudar a prevenir ou desacelerar o desenvolvimento da insuficiência renal crônica em cães e gatos.

A insuficiência renal crônica em cães, torna-se mais frequente a partir dos 7 anos de idade, já no caso dos gatos, torna-se mais frequente a partir dos 9 anos de idade.

Sinais clínicos da Insuficiência Renal Crônica (IRC)

Como os rins desempenham diversas funções no organismo do animal, os sintomas de Insuficiência Renal Crônica podem variar.

Em sua forma crônica, a perda da função renal ocorre de maneira lenta, gradual e irreversível. Na maioria dos casos, é assintomática na fase inicial, mas pode apresentar os seguintes sinais:

  • Aumento do volume da urina
  • Aumento da ingestão de água
  • Desidratação
  • Perda de peso
  • Hálito com odor forte
  • Úlceras na boca e focinho
  • Respiração acelerada
  • Vômito

A maioria dos sintomas só são notados quando os rins do animal já estão muito comprometidos, por isso a prevenção e as consultas de rotina são fundamentais para garantir a saúde renal do seu pet.

Insuficiência renal em gatos

Insuficiência Renal Aguda (IRA)

A Insuficiência Renal Aguda em cães e gatos acontece de forma súbita.

A principal característica que distingue a insuficiência renal aguda de sua forma crônica é a rapidez com a qual a IRA se desenvolve.

A perda da função renal ocorre de maneira rápida e súbita causando dor ao animal, entre outros sinais clínicos, que tornam a insuficiência renal aguda facilmente percebida pelo tutor.

Um quadro de insuficiência renal em cães e gatos, na sua forma aguda, pode ser revertido, desde que seja diagnosticado e tratado precocemente.

Sinais clínicos da Insuficiência Renal Aguda (IRA)

O tutor deverá buscar atendimento veterinário imediatamente caso seu cão ou gato apresente os seguintes sinais:

  • Diminuição do volume da urina
  • Diminuição da ingestão de água
  • Perda de apetite
  • Depressão
  • Perda de peso
  • Sangue na urina

Raças com predisposição ao desenvolvimento de doenças renais

Confira a lista de raças predispostas às doenças renais

As raças de cães que exigem mais atenção e cuidados preventivos quanto aos problemas renais, são:

  • Shar-pei;
  • Bull Terrier;
  • Cocker Spaniel Inglês;
  • Cavalier King Charles Spaniel;
  • West Highland White Terrier;
  • Boxer.

Já no caso dos felinos, as raças com maior tendência ao desenvolvimento de doenças renais, são:

  •  Persa;
  • Abissínio;
  • Siamês;
  • Ragdoll;
  • Birmanês;
  • Maine coon.

Os animais sem raça definida, popularmente conhecidos como vira-latas, não devem ser descartados.

Doenças renais em cães e gatos

Diagnóstico e tratamento da Insuficiência Renal em cães e gatos

Somente um médico-veterinário poderá diagnosticar e tratar a Insuficiência Renal em cães e gatos

O diagnóstico da Insuficiência Renal Aguda ou Crônica em cães e gatos requer a avaliação de um médico-veterinário de confiança.

Somente após a realização de exames clínicos e análise do histórico do animal que o médico-veterinário poderá obter um diagnóstico adequado e indicar o melhor tratamento para o paciente.

Lembrando que a prevenção é sempre o melhor tratamento, por isso não deixe de realizar check-ups periódicos para garantir que está tudo bem com a saúde do seu pet.

Conheça as especialidades de medicina veterinária preventiva disponíveis nas clínicas Dra. Mei.

Como prevenir a insuficiência renal em cães e gatos

Alguns cuidados simples podem prevenir doenças renais em cães e gatos.

O acompanhamento veterinário é a principal medida para prevenir qualquer tipo de doença. Para animais com idade entre e 4 e 6 anos, os check-ups periódicos são ainda mais importantes.

Uma alimentação balanceada também é uma grande aliada na manutenção da saúde do seu animal de estimação.

No caso dos gatos, os alimentos úmidos são ótimos para o bom funcionamento do rins devido à alta quantidade de água presente em sua composição.

Também é importante estimular a ingestão de água, disponibilizando fontes e/ou bebedouros em diferentes espaços da casa com água limpa e fresca.

Confira outras medidas que também auxiliam na prevenção da insuficiência renal em cães e gatos:

  • Nunca administre medicamentos sem prescrição;
  • Incentive seu cão ou gato a se exercitar com frequência;
  • Mantenha a vacinação, antipulgas e vermífugos em dia;
  • Evite utilizar produtos químicos agressivos para limpeza do ambiente do animal.
Insuficiência renal em cães

Nas clínicas Dra. Mei, você encontra programas de medicina veterinária preventiva para todas as fases da vida do seu pet!

Entre em contato para saber mais ou agendar uma avaliação das funções renais do seu melhor amigo. Encontre a unidade mais próxima acessando nosso site.

Continue nos acompanhando para mais dicas sobre a saúde e bem-estar do seu animal de estimação!

Cães e gatos na Páscoa: alimentos da Páscoa que fazem mal para pets

Alimentos de páscoa que fazem mal para pets

A Páscoa é um dos feriados mais populares entre os brasileiros, conhecida pelas ceias fartas, bem como pelo chocolate, um dos alimentos da Páscoa que fazem mal para pets.

Não é à toa que durante a celebração, os casos de intoxicação entre cães e gatos são tão comuns, no entanto, o chocolate não é o único vilão da história.

Confira nossa lista de alimentos da Páscoa que fazem mal para pets que você deve evitar.

1. Chocolate

A iguaria mais famosa da Páscoa está no topo da lista de alimentos que fazem mal para pets.

Alimentos de páscoa que fazem mal para cães e gatos

O chocolate faz a alegria de muitos na Páscoa, no entanto, representa um grande risco para cães e gatos.

Mas, afinal, por que chocolate faz mal para cachorro e gato?

Isso acontece devido à presença da substância teobromina nas sementes de cacau.

A teobromina não pode ser digerida e metabolizada pelo organismo de cães e gatos com tanta facilidade, resultando, assim, num quadro de intoxicação alimentar.

A ingestão da substância pelos pets pode causar efeitos colaterais muitas vezes irreversíveis.

Entre os principais sinais que o animal pode apresentar após a ingestão de chocolate, podemos citar:

  • Vômito
  • Diarreia
  • Aumento da frequência cardíaca e pressão arterial;
  • Aumento da eliminação de urina;
  • Agitação
  • Tremores

Em casos mais graves, o envenenamento por chocolate pode causar ataques epiléticos e morte.

A boa notícia é que existem produtos específicos para animais que são substitutos do chocolate, como biscoitos veganos feitos com alfarroba, por exemplo.

Você também pode fazer um ovo de páscoa para cães em casa.

2. Doces em geral

Chocolate não é o único doce na lista de alimentos da Páscoa que fazem mal para pets.

A quantidade de açúcar é o que traz os doces à nossa lista de alimentos da Páscoa que fazem mal para pets.

Além de ser extremamente calórico, o açúcar pode causar diversos problemas de saúde, como:

O ideal é que os doces sejam substituídos por alimentos específicos para animais, como petiscos, por exemplo.

3. Uva e uva passa

A uva pode não ser tão comum na ceia, mas está entre os alimentos da Páscoa que fazem mal para pets.

Alimentos que fazem mal para cachorro

Sejam passas ou in natura, saiba que uva faz mal para cachorros e gatos.

Não se sabe ao certo o motivo da fruta ser tóxica para animais.

Todavia já foram registrados casos de óbito por falência renal que ingeriram uvas ou uvas passas.

Mesmo que não exista comprovação da ligação entre a uva e seus malefícios, evite oferecê-la ao seu pet.

4. Alho e cebola

As especiarias são muito utilizadas como tempero nos banquetes de Páscoa.

Alho e cebola contêm uma substância chamada dissulfeto de N-propila, cuja reação, no organismo dos animais, pode levar à morte.

Mas porque esses alimentos são tão perigosos?

O que acontece é que a substância altera a hemoglobina e destrói os glóbulos vermelhos, levando ao desenvolvimento de anemia hemolítica.

Caso a disfunção não seja tratada rapidamente, o animal pode morrer.

5. Colomba Pascal

O pão doce típico da Páscoa oferece diversos riscos à saúde dos pets.

Além de ser um alimento rico em açúcar, a Colomba Pascal pode conter frutas cristalizadas, o que inclui uvas passas.

O excesso de açúcar pode agravar casos de cães e gatos diagnosticados com diabetes.

Já as uvas passas, como mencionamos anteriormente, podem levar o animal a óbito.

Outras consequências da ingestão da Colomba Pascal são:

  • Desconforto abdominal
  • Problemas na digestão

Isso ocorre devido ao processo de fermentação pelo qual o alimento é submetido.

Ao menor sinal de ingestão desses alimentos pelo seu pet, procure um médico-veterinário. E nunca confie em receitas caseiras para envenenamento!

Conte com a Dra. Mei para cuidar do seu melhor amigo em qualquer época do ano.

Continue nos acompanhando para mais dicas de cuidados com cães e gatos.

Até a próxima!

O que é FIV e FeLV? Saiba tudo sobre essas doenças felinas

Fiv e Felv

Conhecidas popularmente como “AIDs” e “Leucemia Felina”, a FIV e FeLV são doenças sem cura, causadas por vírus, que preocupam muitos tutores.

Ambas são citadas em conjunto e possuem sintomas muito parecidos, o que acaba confundindo muitas pessoas.

Esse é o seu caso? Continue lendo este artigo para entender o que são as doenças FIV/FeLV e como proteger o seu felino.

FIV e FeLV: o que é?

Ambas as doenças são causadas por vírus que atingem exclusivamente gatos

As doenças FIV e FeLV são causadas por vírus da família Retroviridae.

A FIV (AIDs Felina) é uma infecção viral causada pelo Vírus Imunodeficiência Felina.

A FeLV (Leucemia Felina) é uma doença infecciosa causada pelo Gammaretrovírus.

Ambas atingem o sistema imunológico dos gatos, deixando os felinos vulneráveis ao desenvolvimento de infecções secundárias.

Entre as principais características que definem essas doenças, podemos citar:

  • FIV/FeLV são doenças silenciosas e sem cura;
  • São facilmente transmissíveis de um gato para outro;
  • As doenças atingem exclusivamente gatos, não podem ser transmitidas para outras espécies ou humanos;
  • Gatos que têm acesso à rua são mais propensos a contrair as doenças;
  • A FIV e FeLV são consideradas as doenças que mais matam gatos no Brasil.

Como ocorre a transmissão da FIV e FeLV

A AIDs e Leucemia Felina são doenças que atingem apenas gatos

Transmissão da FIV, a AIDs Felina

A FIV pode ser transmitida por meio do contato direto entre um gato saudável e um gato infectado, principalmente pela saliva.

As formas mais comuns de contrair a doença são:

  • Durante brigas, acasalamento ou brincadeiras que envolvam mordidas e arranhões;
  • De uma mãe para um filhote;
  • Pela amamentação;
  • Por meio de uma transfusão sanguínea.

A FIV em gatos afeta o sistema imunológico dos animais. Um gato com AIDs Felina pode encontrar dificuldades para combater doenças simples, como um resfriado, por exemplo.

Transmissão da FeLV, a Leucemia Felina

A transmissão da FeLV geralmente acontece pelo contato direto com saliva ou secreções nasais de um gato com FeLV.

A FeLV transmissão também acontece quando:

As formas menos comuns de transmissão da FeLV são de uma mãe para um filhote ou pela transfusão sanguínea.

Assim como a FIV, a imunidade baixa é o principal problema da FeLV gatos.

Sintomas da FIV e FeLV

As duas doenças podem ser assintomáticas no início

Os sintomas da FIV e FeLV em gatos são muito parecidos, visto que as duas doenças afetam o sistema imunológico.

Os sintomas mais comuns da FIV e FeLV são:

  • Febre;
  • Apatia;
  • Perda de peso;
  • Anorexia;
  • Anemia (mais comum na FeLV);
  • Infecções;
  • Lesões na pele;
  • Doenças secundárias que afetam o trato digestivo/urinário, boca e gengivas (mais comum na FIV).

É de grande importância que o tutor fique atento ao surgimento desses sintomas, uma vez que diversas doenças podem se aproveitar de falhas imunes.

Fiv Felv transmissão

Como diagnosticar FIV e FeLV

Somente um médico-veterinário pode diagnosticar essas doenças

De início, pode ser difícil identificar a FIV/FeLV em gatos, uma vez que as duas doenças podem ser assintomáticas na fase inicial e possuem sintomas parecidos com os de outras doenças.

Por isso, ao sinal de qualquer suspeita, busque atendimento veterinário.

Somente um médico-veterinário poderá diagnosticar a FIV/FeLV com apoio de exames clínicos. No entanto, o teste de FIV/FeLV não deve ser feito somente em caso de suspeita das doenças.

Todos os gatos devem ser testados, principalmente nos seguintes casos:

  • Antes da vacinação;
  • Caso o animal tenha acesso à rua;
  • Antes de serem inseridos em um novo ambiente;
  • Ao ter contato com um animal contaminado;
  • Antes de doar sangue.

É importante ter em mente que alguns fatores podem resultar num falso negativo, como:

  • Histórico de vacinas desconhecido;
  • FIV: gatos infectados a menos de 60 dias podem ainda não ter anticorpos contra a doença, gerando um falso negativo;
  • FeLV: gatos infectados a menos de 30 dias possuem baixa carga de antígeno, gerando um falso negativo.

Como tratar a FIV e FeLV

A AIDs e Leucemia Felina não têm cura, portanto o tratamento é focado em melhorar a qualidade de vida do animal

Por serem doenças sem cura, o tratamento não é para a específico para a AIDs Felina ou para a Leucemia Felina, mas sim para melhorar a qualidade e expectativa de vida dos gatos.

Ou seja, o médico-veterinário prescreve medicamentos para combater doenças secundárias que se aproveitam da baixa imunidade.

Fiv Felv em gatos

Como prevenir a FIV e FeLV

A prevenção é sempre o melhor caminho

As melhores maneiras de prevenir AIDs Felina e Leucemia Felina são a castração e criação indoor.

No Brasil, só existe vacina contra a FeLV, no entanto, ela não garante 100% de proteção e sua recomendação é circunstancial.

A vacina quíntupla, que previne a Leucemia Viral Felina, é indicada nos seguintes casos:

  • Filhotes, com menos de 1 ano de idade, cujo risco de contaminação é maior;
  • Gatos que têm acesso à rua;
  • Felinos que vivem em abrigos/colônias;
  • Animais que têm contato com outros gatos com histórico de infecção pela FeLV;
  • Gatos que não saem de casa, mas têm contato com gatos de rua esporadicamente;
  • Felinos criados em casa/apartamento, cujos tutores têm o hábito de trazer novos gatos para o mesmo ambiente;
  • Alta frequência de contaminação pela doença em uma determinada região.
  • A necessidade e periodicidade do reforço devem ser determinados por um médico-veterinário.

É importante reforçar que o gato deve ser testado para FIV e FeLV antes da vacinação.

Cuidados necessários com gatos positivos para FIV ou FeLV

Com os devidos cuidados, um gato contaminado pode ter uma vida longa e saudável

Caso seu gatinho tenha sido diagnosticado com AIDs Felina ou Leucemia Felina, não se desespere!

Existem alguns cuidados que podem aumentar a expectativa de vida do animal e garantir seu bem-estar, como:

  • Faça visitas regulares a um médico-veterinário de confiança;
  • Evite situações de estresse, como mudanças de ambiente e banhos desnecessários;
  • Não permita o acesso de gatos infectados à rua;
  • Gatos positivos para FeLV devem ser mantidos isolados de outros gatos e não podem compartilhar objetos;
  • Gatos positivos para FIV podem conviver junto com outros gatos, desde que não hajam brigas e/ou acasalamento entre eles;
  • É importante castrar gatos positivos para a AIDs felina, para evitar fugas e acasalamento com outros gatos, resultando na infecção desses animais;
  • Recomenda-se que um gato positivo para FIV ou FeLV seja o único felino da casa.

Fiv Felv sintomas

Caso suspeite que seu gatinho tenha contraído FIV/FeLV, agende já uma avaliação na clínica Dra. Mei mais próxima.

Cães e gatos podem ficar gripados?

cães e gatos podem ficar gripados

Graças ao aumento dos casos de contaminação pelo coronavírus e Influenza A, muitos tutores têm se perguntado se cães e gatos podem ficar gripados.

Estudos realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que humanos podem transmitir coronavírus para seus animais de estimação, mas não existem provas de que os animais possam transmitir o vírus para humanos.

Já no caso da gripe, existem estudos e dados ainda mais completos que afirmam que cães e gatos podem ficar gripados, porém as gripes canina e felina não podem ser transmitidas de um humano para um animal.

Continue lendo para saber mais sobre as gripes canina e felina e saiba como proteger seu pet da doença!

Traqueobronquite Infecciosa Canina: a gripe canina

cães podem ficar gripados

A zoonose, também conhecida como “tosse dos canis” ou “gripe canina”, afeta as vias respiratórias dos cães causando episódios de tosse seca frequente.

A doença não costuma ser grave, porém, quando não tratada adequadamente, pode evoluir para quadros mais sérios.

Causas da gripe canina

A bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina são os principais causadores da gripe canina.

A doença afeta cães de todas as idades, a partir das duas semanas de vida, porém filhotes e idosos têm mais chances de contrair a gripe.

Os casos de infecção ocorrem com maior frequência em épocas frias e chuvosas.

Sintomas da gripe canina: sinais de que seu cão está gripado

Existem outros sintomas clássicos da gripe canina, além da tosse seca frequente, que podem surgir de forma isolada ou em conjunto.

Fique atento aos seguintes sinais:

Na dúvida, consulte um médico-veterinário de sua confiança para obter o diagnóstico e tratamento adequados para seu pet.

Como ocorre a transmissão da gripe canina?

Entenda de quais maneiras os cães podem ficar gripados.

A transmissão ocorre por meio do contato direto entre um cachorro saudável e um cachorro gripado.

Também pode ocorrer por meio do contato indireto com objetos e ambientes que estiveram em contato com um cão gripado.

Os casos de gripe canina são mais comuns em animais que têm maior contato com outros cães, o que geralmente ocorre em canis, parques, hotéis e creches.

Por ser uma zoonose, a “tosse dos canis” é transmissível para humanos.

Tipos de gripe felina: Rinotraqueíte Viral Felina e Complexo Respiratório Felino

gatos podem ficar gripados

A Rinotraqueíte Viral Felina e o Complexo Respiratório Felino são doenças altamente contagiosas que afetam o aparelho respiratório dos gatos.

Ambas são conhecidas como “gripe felina” por possuírem sintomas parecidos com os da gripe que afeta os humanos,.

Uma das principais diferenças entre as duas doenças está ligada aos agentes causadores:

  • Rinotraqueíte Viral Felina: causada pelo Herpesvírus felino (FHV)
  • Complexo Respiratório Felino: causado pelo Calcivirus Felino (FCV) ou pela bactéria Chamydophila Felis.

Sintomas da gripe felina: sinais de que seu gato está gripado

A gripe felina possui sintomas respiratórios, orais e oculares que podem se manifestar isoladamente ou em conjunto.

Um gato gripado pode apresentar os seguintes sinais:

  • Tosse;
  • Espirros;
  • Apatia;
  • Secreção nasal;
  • Conjuntivite;
  • Lacrimação;
  • Febre;
  • Contração involuntária da pálpebra;
  • Perda de apetite;
  • Hipersalivação.

Como ocorre a transmissão da gripe felina?

Entenda de quais maneiras os gatos podem ficar gripados.

A transmissão da gripe felina geralmente acontece por meio do contato direto do felino saudável com um gato gripado.

Também pode acontecer pelo contato indireto com objetos ou ambientes contaminados pelas secreções eliminadas por um gato doente pelo espirro, tosse, lacrimejamento, etc.

Animais que convivem ou frequentam locais com muitos gatos têm mais chances de contrair a gripe felina.

A doença não é transmissível para humanos.

como prevenir que cães e gatos fiquem gripados

Cães e gatos gripados: como prevenir?

Cães e gatos podem ficar gripados com facilidade se sua imunidade estiver baixa.

A melhor forma de proteger seu cão ou gato da gripe é manter o calendário de vacinação em dia.

A boa notícia é que as clínicas Dra. Mei oferecem vacinas contra a doença. Procure a unidade mais próxima e agende uma consulta!

Além da vacina, existem outros cuidados básicos que ajudam a prevenir a doença:

  • Evitar lugares com muitos animais;
  • Fortalecer a imunidade do animal oferecendo água e alimentação de qualidade;
  • Higienizar os comedouros e bebedouros do pet diariamente;
  • Realizar visitas frequentes ao veterinário.

Esse artigo foi útil para você? Continue acompanhando o blog e redes sociais da Dra. Mei! Estamos sempre atualizando nossos conteúdos para garantir que você ofereça os melhores cuidados ao seu melhor amigo.

Os perigos do verão: quais as doenças mais comuns em cães e gatos nos dias de calor?

O verão representa dias de diversão dobrada para pets, pois é uma época que chega acompanhada de passeios, brincadeiras, mergulhos na piscina, caminhadas na praia e dias ensolarados, mas como nem tudo são flores, a estação mais quente do ano também traz diversos riscos para a saúde dos peludinhos. 

As mudanças na rotina e alterações climáticas típicas do verão podem favorecer o surgimento de doenças muito comuns em cães e gatos nesta estação, como dermatites, otite canina, infestações de pulgas e/ou carrapatos, e verminoses.

Esse cenário dá margem para uma grande preocupação dos tutores: quais as doenças mais comuns em cães e gatos no verão e como proteger o meu pet desses perigos? Continue lendo para descobrir.

Quais são as principais doenças?

Antes de falar sobre prevenção e tratamento, precisamos saber quais são as principais doenças que acometem cães e gatos no verão e quais são as principais causas dessas zoonoses.

Infestações por pulgas e carrapatos

O calor e umidade característicos do verão criam o ambiente perfeito para a reprodução desses parasitas que dão muita dor de cabeça para tutores os tutores, já que além da coceira, também são os agentes patogênicos das seguintes doenças:

Dermatite alérgica;
Verminose;
Anemia;
Anemia infecciosa felina (hemobartonelose);
Erliquiose canina (doença do carrapato);
Babesiose canina;
Borreliose canina (doença de Lyme);
Febre maculosa.

Doenças litorâneas

No verão, muitos tutores costumam viajar para cidades litorâneas na companhia de seus pets, regiões que oferecem alto risco de infecção por vermes e outros parasitas.

Algumas das doenças litorâneas mais comuns são:

Dirofilariose (verme do coração);
Leptospirose;
Leishmaniose;
Micoses e alergias em geral;
Otite canina.

Exposição ao sol

Assim como nós humanos, os animais de estimação também sofrem com as altas temperaturas. 

Existem diversas doenças e problemas de saúde ocasionados pelo calor excessivo que merecem especial atenção na época mais quente do ano:

Queimaduras solares;
Insolação;
Hipertermia;
Desidratação.

Verminoses

No verão, a frequência de passeios em locais públicos aumenta e o contato com outros animais e ambientes estranhos também.

Esse comportamento reflete no aumento da contaminação por vermes devido ao contato com animais ou fezes de pets infectados. Dentre as principais verminoses, podemos citar:

Giárdia;
Bicho Geográfico (larva migrans cutânea);
Toxocara canis;
Toxocara cati;
Ancilostomose;
Dipylidium caninum (tênia canina ou tênia pepino).

Como identificar?

Como você já pôde perceber até aqui, o verão oferece uma série de riscos ao seu melhor amigo, desde complicações causadas pela exposição solar a infecções mais graves causadas por parasitas.

Por ser uma lista muito extensa, os sinais clínicos são variados. Por isso é importante que o tutor observe bem seu cão ou gato em dias de calor intenso para reconhecer rapidamente qualquer alteração em seu comportamento, sobretudo no caso dos felinos, que costumam ser mais discretos.

Confira abaixo alguns sinais que merecem atenção:

Apatia e prostração;
Diarréia (com ou sem presença de sangue);
Alterações na consistência das fezes;
Perda de apetite;
Perda de peso;
Barriga inchada;
Coceira na região anal (verminoses);
Presença de vermes nas fezes;
Respiração ofegante;
Febre;
Coceira excessiva ou vermelhidão na pele ou orelhas;
Lambedura constante.

Fique de olho no seu melhor amigo, caso ele apresente qualquer um dos sinais clínicos mencionados acima, procure imediatamente por um médico-veterinário de sua confiança para obter um diagnóstico e tratamento adequados.

Como prevenir?

Muitas das doenças típicas do verão, se não diagnosticadas a tempo, podem colocar a saúde de seu cão ou gato em risco, por isso, a prevenção é a principal aliada dos tutores, já que algumas medidas simples podem garantir que seu pet se mantenha sempre saudável e livre de doenças.

Mantenha o antipulgas, vermífugo e vacinas em dia

As vacinas, antipulgas e vermífugos são cuidados fundamentais e indispensáveis em qualquer fase da vida de seu pet.

Além de prevenir diversas doenças e infestação por parasitas, existem variações de antipulgas que também combatem os mosquitos hospedeiros transmissores de doenças graves como a Leishmaniose.

Consulte um médico-veterinário para saber quais as vacinas, antipulgas e vermífugos adequados para seu pet.

Atenção com a hidratação e horários de calor intenso

Para evitar problemas de pele, evite sair para passear em horários de sol intenso, recomenda-se que os horários sejam antes das 11h ou após as 16h.

O protetor solar específico para pets também é indicado, principalmente para pets de pelagem clara, e deve ser aplicado e reaplicado em regiões mais sensíveis (orelhas, focinho, ao redor dos olhos e barriga).

O calor exige hidratação intensa, portanto mantenha bebedouros espalhados pela casa com água sempre fresca e, nos passeios, não se esqueça de levar um bebedouro portátil.

Cuidados na praia e piscina

Os animais são curiosos por natureza e muitos deles não resistem a um mergulho no mar ou piscina para se refrescar, mas é importante ressaltar que nem todos sabem nadar e existem raças específicas que, devido ao focinho achatado, não conseguem boiar e acabam se afogando.

Além disso, a umidade, ingestão de água e acúmulo de areia nos pelos podem ocasionar diversos problemas de saúde. Depois de um dia na piscina ou praia, dê um bom banho no seu pet com produtos específicos para animais e certifique-se de que sua pele, pelos e orelhas estão secos e livres de umidade.

Check up pré-viagem e acompanhamento veterinário

Agora que você já sabe quais as doenças mais comuns em cães e gatos no verão, lembre-se: antes de começar a planejar sua viagem de férias, agende um check up para seu melhor amigo!

Além de avaliar a saúde geral do animal, somente um médico-veterinário pode emitir o Atestado Sanitário que comprova que seu pet está em condições de viajar, e recomendar cuidados específicos com seu melhor amigo.

Ressaltamos que as visitas ao veterinário não devem ocorrer somente antes de uma viagem ou diante de emergências, o acompanhamento veterinário constante é um cuidado essencial que garante a saúde, bem-estar e longevidade de seu cão ou gato.

O verão é uma estação do ano que apresenta diversos riscos aos animais domésticos, mas não significa que nas demais estações do ano você não deva se preocupar com o bem-estar e manutenção da saúde do seu melhor amigo.

Conte sempre com a Dra. Mei para oferecer cuidado, proteção e prevenção ao seu pet em qualquer fase de sua vida e em qualquer estação do ano!

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Leishmaniose canina: o que é?

A Leishmaniose visceral canina (LVC), também conhecida como calazar, é uma zoonose, ou seja, atinge os animais e os humanos. Essa doença é transmitida através da picada de um mosquito, popularmente conhecido como “mosquito-palha”. 

Existem dois tipos de Leishmaniose: a cutânea e a visceral. Porém, quando falamos em pets, a mais comum é a visceral, já que o animal não é o hospedeiro preferencial do outro tipo da doença. Por isso, procure ficar atento às formas de prevenção e tratamento da Leishmaniose. 

Quais são os principais sintomas da Leishmaniose?

Os principais sinais clínicos que estão associados a Leishmaniose são: 

– Falta de apetite e perda de peso; 

– Lesões localizadas na face, orelhas e coxins; 

– Descamação na pele; 

– Queda de pelo ao redor dos olhos; 

– Crescimento exagerado das unhas; 

– Sangramento nasal. 

Além dos principais sintomas, o animal infectado pela Leishmaniose pode apresentar outros sinais clínicos que merecem atenção do tutor. Por exemplo: vômitos, diarreia, febre, uveíte ocular, conjuntivite e icterícia. 

Ao identificar qualquer um desses sinais clínicos, procure levar o seu pet para uma consulta com o Médico Veterinário de sua confiança. A Leishmaniose é uma doença que pode comprometer a imunidade do cão e seus órgãos. 

Como é feito o diagnóstico da doença?

A única maneira de saber se o pet foi infectado pela Leishmaniose é através de uma consulta com o Médico Veterinário. Assim, o profissional poderá fazer uma avaliação clínica do paciente e solicitar exames para estabelecer um diagnóstico da doença. 

Normalmente, o diagnóstico é feito através de exames de sangue, punção de medula óssea e sorologias, como por exemplo, o PCR.

Qual a melhor forma de prevenir a Leishmaniose?

Quando falamos em prevenção, o objetivo principal é impedir que o animal seja picado pelo mosquito transmissor da Leishmaniose. Então, é recomendada a utilização de repelentes em formas de spray e pipetas, além de coleiras que devem ser orientadas pelo Médico Veterinário. 

No Brasil, a doença também também pode ser prevenida com a vacina “Leish-Tec”, que possui de 92% a 96% de proteção individual. 

Quais são as principais Doenças de Pele em cães e gatos?

As doenças de pele em cães e gatos podem surgir por conta de diversos fatores e variam em gravidade. Por isso, essas manifestações precisam ser identificadas o quanto antes para evitar que se estendam pelo corpo do animal.

A mais comum entre doenças de pele é a presença de parasitas, como pulgas e carrapatos. Além disso, existem outros tipos de alterações de pele que não envolvem parasitas, entre elas: alergias, ressecamentos e infecções.

Por que o pet se coça?

A coceira é definida como uma sensação desagradável que manifesta no cão ou gato algo que incomoda.

As principais causas da coceira são: pulgas e carrapatos, alergias e infecções secundárias. Mas também pode representar a manifestação de doenças sistêmicas.

Como fazer ele parar de se coçar?

A abordagem inicial da coceira deve ser feita de forma minuciosa com acompanhamento do médico veterinário, para identificar o local acometido, sua manifestação, intensidade e presença ou não de lesões.

Existem casos de surgimento de “bolinhas amarelas” na pele do seu pet, conhecidas como “pústulas”, que são elevações com presença de pus no interior e ocasionada por infecções bacterianas.

Por que o pelo do pet costuma cair tanto?

Para saber a possível relação da queda de pelo com alguma doença, é fundamental observar se a pelagem do seu pet apresenta falhas ou se o pelo está seco e quebradiço.

Caso não apresente nenhum desses sinais, saiba que é provável que a queda de pelo seja normal, pois o ciclo da pelagem dos animais sofre influência de fatores como raça, idade, estações do ano, nutrição e genética.

Algumas dicas ajudam a prevenir a queda de pelo, entre elas:

– Escovar o pet com frequência e ajuda de uma rasqueadeira para remover o pelo morto;

– Controle e prevenção de pulgas e carrapatos;

– Alimentação de qualidade;

– Banho com produtos de qualidade e frequência adequada.

Quantas vezes é necessário dar banho no pet?

Geralmente, o excesso de banhos retira a oleosidade natural da pele do animal e pode provocar coceira, ressecamento e descamação da pele.

Por isso, o fator determinante da frequência de banho em cães está ligado ao tipo de pelagem e estilo de vida do pet e de sua família.

A maioria dos cães deve tomar banho com um intervalo entre 7 a 30 dias. O médico veterinário poderá indicar a frequência de banho ideal para o seu pet.

Ao contrário dos cachorros, os gatos não precisam tomar banho com muita frequência, afinal eles passam longos momentos da vida se limpando por meio de lambidas. Mas de forma geral não se deve banhar os gatos com uma frequência menor que um intervalo de 30 dias.

Doenças Renais: Como tratar e cuidar do seu pet

Dog German shepherd eating or drinking from bowl painted in bones in home. Horizontal, color image.

Assim como nós, humanos, os rins dos pets têm, entre outras funções, a tarefa de filtrar o sangue para eliminar substâncias nocivas ao organismo.

A doença renal crônica (DRC) é muito comum em gatos, mas também pode afetar os cães, principalmente os idosos.

Definida como uma alteração na estrutura ou função do rim, a doença renal precisa estar presente no organismo do pet há cerca de três meses para ser considerada crônica.

Quais são os sintomas mais comuns?

Os sinais clínicos podem variar conforme o estágio da doença. Porém, os principais são: vômito, náusea, falta de apetite, perda de peso, anemia e aumento da quantidade de urina.

Procure ficar atento se o consumo de água do seu pet aumentar repentinamente, pois esse também é um sinal que indica problemas nos rins.

Caso o seu animalzinho apresente alguns desses sintomas, é necessário levá-lo ao Médico Veterinário para uma consulta, onde será realizada uma análise completa, exame físico detalhado e exames complementares para a confirmação do diagnóstico e tratamento.

Raças com maior predisposição

A DRC pode ter sua origem congênita, familiar ou adquirida e costuma ser mais comum em algumas raças de felinos e cães.

Entre felinos:

– Maine Coon

– Abissínio

– Azul Russo

– Persa

– Birmanês

Entre cães:

– Chow Chow

– Golden Retriever

– Rottweiler

– Poodle

– Pinscher

Como é feito o tratamento?

Investir na prevenção de doenças renais é fundamental, pois os tratamentos são variados e podem exigir acompanhamento por bastante tempo ou até mesmo pelo resto da vida do seu pet.

No caso de cálculos renais, pode ocorrer uma intervenção cirúrgica, principalmente se houver obstrução. O tratamento de Células-Tronco, desenvolvido pela Dra. Mei, ajuda a prevenir o seu pet de diversas complexidades, inclusive de alterações causadas pelas doenças renais.

Doenças do carrapato: O que você precisa saber?

Veterinarian Petting Dog

Conhecida popularmente como “doença do carrapato”, as hemoparasitoses são doenças causadas por microrganismos que parasitam as células do sangue dos pets. Existem duas formas de contágio pelo parasita: provocada por um protozoário (Babesia) e causada por uma bactéria (Ehrlichia).

Ambas ocorrem de maneira muito parecida: os agentes transmissores atacam as células de defesa do corpo e afetam órgãos importantes do animal, entre eles pulmão, rins e fígado. Se for contaminado, o pet pode ter problemas sérios.

Quais são os principais sintomas?

A doença do carrapato apresenta duas fases: aguda e crônica. A partir de 8 a 20 dias depois do contágio já é possível notar alguns sinais no corpo do pet. Por isso, fique atento aos principais sintomas fase aguda:

– Diminuição do apetite;

– Emagrecimento;

– Vômito;

– Desidratação;

– Apatia.

Quando a doença chega em sua fase crônica, os sintomas podem ser mais graveis e fáceis de notar, como:

– Alterações oftálmicas;

– Mucosas pálidas e amareladas;

– Artrite;

– Convulsões.

Existe cura para a doença do carrapato?

Por não existir vacina, as consultas preventivas são essenciais para não colocar a vida do pet em risco. Através de hemograma, bioquímicos, testes sorológicos e ultrassom, é possível verificar se o animal está com anemia, volume baixo de plaquetas e outras alterações que a doença costuma provocar.

A partir disso, o Médico Veterinário recomenda um tratamento com antibióticos, que pode durar de 15 a 30 dias e ajuda a combater o agente causador da doença.

Alerta: a doença do carrapato é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida entre os animais e os seres humanos.

A importância da prevenção

A melhor forma de prevenir a doença é evitar o contato com o carrapato. Para isso, é necessário que o tutor fique distante de áreas onde há o maior risco da presença desses parasitas e sempre faça o uso de produtos contra pulgas e carrapatos no pet.

Além disso, a utilização de coleiras contra pulgas e carrapatos também é um método de prevenção, assim como cuidar do ambiente que o pet vive e estar sempre de olho no pelo do animal para identificar possíveis parasitas.

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